Quando a minha filha me disse que as matrículas para o 11º ano eram só naquelas duas manhãs de 2 e 3 de Julho pensei “Ena, vai ser fácil arranjar tempo com tantas opções!” Depois, e vendo os impressos, documentação e dinheiro exigido, pensei melhor “Simples, simplex mesmo, era entregarem os impressos aos alunos uns dias antes do final das aulas para que os pais preenchessem a papelada e a devolvessem (juntamente com o mais que era pedido) pela mesma expedita via” .
Porém, recordando que vivemos num país onde faltam empregos, voltei a mudar de ideias: afinal, assim diminuíam os trabalhos para os administrativos da escola que ficavam na eminência de ver diminuídos também os postos de trabalho. Por alguma razão não sou ministro, nem burocrata ínsigne.

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“Muito pelo contrário!” dizem, e não é que têm razão?! O que pode resultar da conjugação de esforços do Império e do narcogoverno colombiano (ou “governo neo-fascista de Uribe”)? A ”libertação de três mercenários estado-unidenses, 11 polícias & militares e um membro da classe dominante colombiana” (in resistir.info hoje), pois evidentemente. Para piorar as coisas, os fascistas sionistas também terão ajudado.
Também preocupante é a postura do Comandante Chavez: não é que ele tem o desplante de também se alegrar com a notícia? “Si yo fuera guerrillero no secuestraría a nadie, y dije que deberían hacer un esfuerzo por la paz”
Felizmente, o “Povo colombiano poderá continuar a contar com a solidariedade dos comunistas portugueses na sua luta contra a opressão e exploração, pela justiça social, pela democracia e soberania nacional“.
Entretanto, a “classe dominante” aproveita para viajar. E fica uma dúvida: “Merece algum de nós passar 2323 dias preso, no mato e acorrentado, só por ser democrata ?” Depois de ler resistir.info suspeito que haja políticos que diriam que sim”.
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Amiga minha, desempregada há anos, jé me havia contado o seguinte fenómeno: volta e meia recebe um postal do centro de emprego a saber se continua desempregada, ela devolve a carta confirmando a situação; mesmo assim, três vezes por ano, pelo menos, descobre que o centro de emprego dá baixa da sua condição de desempregada. Motivo: não receberam o referido postal. Culpa dos CTT, certamente digo-lhe eu. Que não, responde-me, a “perda” duns tantos postais como o dela ajudam as estatísticas a devolver a confiança aos portugueses. Isso já é maldade, replico. Pois é o que penso sempre que ouço no telejornal mais uma descida do número de desempregados, insiste ela.

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Claro que fico contente com a vitória da seleção espanhola: porque é uma seleção ibérica, porque jogou bem e melhor do que a adversária, porque realizou uma excelente “campanha” ao longo do Europeu. Sim, e porque mostrou que os “baixinhos” podem superiorizar-se aos “grandes” desde que joguem com arte e atitude.
Também fiquei maravilhado com a forma alucinante como a seleção turca jogou. Sim, e também porque imagino que ajude a reforçar o sentimento europeu na Turquia e a baixar as resistências contra a candidatura turca na Comunidade Europeia.
E muito me alegram os êxitos da seleção internacional brasileira, de Portugal à Turquia, neste Europeu.
Naturalmente, aprecio com muito gosto a regularidade com que a seleção portuguesa se tem apresentado nos Europeus/Mundiais desde finais do século passado, e seu estatuto de “potência” futebolística.
Não menos importante, também me alegra um Europeu assim: jogado em dois países (e podiam ser três ou quatro).
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In their innermost souls most of them probably know that the institutional changes envisaged in the Lisbon treaty were, if anything, far too modest to give the EU even a modicum of the political clout it will need as the 21st century progresses.
But they were afraid to say so. Indeed, their treaty was expressly designed not to say so.
Their whole object was to present the narrowest possible front to Eurosceptic opposition, to smuggle barely adequate changes into law, in the hope that nobody would notice. (David Marquand )
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Muito boa a reportagem “Uma mulher das arábias” na rtp1. E que extraordinária mulher a Maria da Conceição! “The Dacka Project” , com uma história de três anos apenas, é das iniciativas mais interessantes de que tenho tido conhecimento .

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País de marinheiros, assim se gostam de imaginar. E terá havido governo, nos últimos 30 anos que não se tenha cansado de lembrar a vocação marítima, enchido a boca com os “oceanos”? Os mais estudiosos até afirmam que há uma coisa assim chamada ZEE, na” qual têm prerrogativas na utilização dos recursos, tanto vivos como não-vivos, e responsabilidade na sua gestão”.
Porém, reza a seguinte história (há muito, muito tempo atrás…) que “vinham a entrar na barra e o motor avariou. Pediram socorro às 23,20 horas e, até à meia-noite, ninguém lhes respondeu. O salva-vidas só chegou à 1,10 horas” Imprudência de quem anda pelo mar a altas horas da noite, pois não sabem eles que o mar é traiçoeiro e a noite má-conselheira? Continuar a ler »
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“o Governo respeita a decisão [do Tribunal de Justiça Europeu]” garantindo que “o valor das portagens pago pelos utentes irá manter-se”
É comovente como ainda vão surgindo excepções ao princípio do “utilizador-pagador”, permitindo que todo um país se solidarize com uma região menos afortunada.
Segundo o ministro das Obras Públicas, Mário Lino, a operação que venha a ser efectuada não terá impactos nas contas do Estado. “Vou ter que compensar a Lusoponte, mas o Estado também vai ter uma receita maior em IVA”, disse o ministro no final da reunião do Conselho de Ministros, garantindo, então, ser “uma operação de soma zero”

A proposta do ministério passa pela transferência da receita trazida pelo aumento de IVA para a concessionária, compensando-a pela perda da receita de tarifa. Uma forma expedita de resolver esta “transferência”, e que não seria inédita nas negociações com a Lusoponte, passaria pela retenção do IVA cobrado na concessionária
Eu, que não percebo nada de contas, muito menos de fiscalidade e coisas assim, maravilho-me com quem sabe tanto e tão bem resolve os problemas financeiros sem que ninguém se sinta lesado.
Pena que o resto do país esteja demasiado longe para beneficiar de tão excelentes medidas de apoio económico.
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Goste-se ou não do Tratado de Lisboa, a Europa Comunitária vai cair num impasse, num interregno mais ou menos longo, que nos prejudicará a todos.

Felizmente, não há crise económica à escala mundial, nem os combustíveis, nem os alimentos estão cada dia mais caros, nem a concorrência de outras regiões do mundo afectam a boa e velha Europa. Deve ser por isso que não fizeram um “plano B” caso o referendo irlandês bloqueasse a coisa. Como é o caso.
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